domingo, 11 de setembro de 2016

ROGÉRIO MEANDA – OS RIFFS QUE ANUNCIARAM UM MITO

Nosso convidado de hoje é o grande guitarrista Rogério Meanda, músico conceituadíssimo na cena musical brasileira, tendo gravado e trabalhado com grandes nomes da MPB e do rock brasileiro. Sendo o talento cúmplice da versatilidade, Rogério (ou Roger) Meanda pode ser aquela guitarra pirada que você ouve em alguns trabalhos de artistas como Gal Costa, Lenine, Flávio Venturini, entre outros, pois seu estilo próprio e sua técnica apurada o credenciam a figurar nas fichas técnicas de alguns dos maiores trabalhos da música brasileira ao longo das últimas três décadas. Rogério Meanda atendeu ao ColoradoHeavyMetal de maneira muito cordial, e aceitou conversar com nosso blog para que nossos leitores conheçam um pouco mais de seu brilhante trabalho, bem como sobre um capítulo particular e histórico na música brasileira, que foi a gravação de Exagerado, primeiro disco solo do Cazuza. Prontos para uma descarga de talento?? Então vamos lá!

-Rogério, revisitando o passado,  hoje sabemos que seus poderosos riffs na introdução da faixa  Exagerado, do Cazuza, seria a trilha sonora que marcava então um novo marco da música brasileira, pois Cazuza,  um jovem e talentosíssimo vocalista e letrista rebelde e pirado dava, a partir daí, seus primeiros passos para entrar para a histórica da Música Popular Brasileira, com o merecido status de poeta. Sendo você o músico que despejou tais riffs, qual sua reflexão sobre este processo?
      Antes de mais nada , quero agradecer as palavras gentis e generosas que compõe o texto introdutório `a essa entrevista , e que é para mim uma honra participar do Blog de vocês ! Bem...voltando à questão levantada...Na época da gravação do primeiro disco solo do Cazuza eu tinha apenas 21 anos e foi para mim um maravilhoso presente o convite feito pelo fantástico Nico Rezende . Como todo jovem guitarrista , principalmente naquela época , em que o mundo encontrava-se imerso num momento musical onde Van Halen , Steve Vai , Ingwie Malmsteem , Steve Lukather e muitos outros produziam trabalhos com performances de guitarra maravilhosos , eu também , como se pode imaginar , adorava ( e ainda adoro ) solos de guitarra ! E foi para mim muito natural entrar no estúdio para gravar aquele disco , mérito do fantástico produtor Nico Rezende , que como grande produtor que é , teve a sensibilidade de reunir as pessoas adequadas à proposta almejada naquele trabalho. Primeiro fazíamos as bases de bateria e baixo e já nesse momento tentávamos achar a melhor abordagem das guitarras base e mantê-las , sempre que possível , e quando não o era , as refazíamos ainda na mesma sessão de gravação , tentando assim deixar tudo pronto da forma mais crua e natural possível para , num outro momento , gravarmos os solos e detalhes adicionais . Quanto ao solo de  “ Exagerado “ especificamente , fui deixado totalmente a vontade para elaborar a melodia e a abordagem técnica , que eu tinha preparado em casa , uma vez que houve um espaço de tempo entre as gravações de base e as de solo . Eu apresentei a minha idéia “passando” o som de guitarra para o produtor , Nico Rezende e para o outro produtor do disco Ezequiel Neves , pois esse disco teve, na verdade , dois produtores , de vital importância a meu ver, assim como para os outros músicos e técnicos que se encontravam no estúdio naquele momento , e todos puderam opinar , como sempre acontecia . Apresentei a minha idéia que foi , felizmente , e prontamente aceita e aprovada , e repetimos algumas vezes até chegarmos ao “take” perfeito , foi bem rápido , acho que toquei apenas três vezes , mas não foi de primeira , de “primeira”  mesmo ...é como o próprio nome diz...rs...tem que ser na “primeiríssima” vez...onde não é raro surgirem grandes solos , uma vez que o musico está , digamos assim , “relaxado” e livre da pressão de “acertar” , já que está apenas “passando o som”... e isso me faz lembrar de uma ocasião quando fui convidado pelo igualmente fantástico Ricardo Cristaldi para gravar um solo de guitarra com a “diva” , espetacular e maravilhosa Gal Costa , lembro , inclusive , que no momento desse convite eu estava dentro do estúdio gravando o disco “ Exagerado “ ( na verdade o disco se chama “ Cazuza” , mas vamos chama-lo assim para facilitar a compreensão )....estava eu aguardando o momento em que seria chamado para gravar alguma coisa que falta-se , enquanto outros músicos gravavam as suas partes , quando o Ricardo Cristaldi me telefonou , naquela época não existia celular , portanto fui chamado a atender a ligação numa linha telefônica da Som Livre , e o Cristaldi me disse que eu precisava ir “ Imediatamente “ para Polygram para gravar no disco da Gal Costa , argumentei que estava gravando no disco do Cazuza naquele instante , e ele me disse que tinha que ser “ Já “ , que a Gal estava no estúdio e que a gravação teria que acontecer ainda naquele dia , lembro perfeitamente que já passava da meia noite ( as sessões ocorriam das 21:00 às 03:00 ) disse que iria requisitar a minha liberação dos trabalhos junto aos produtores e que , a menos que ocorresse um “terremoto” , “máre-moto” ou que um “asteróide” errante caísse sobre o Rio de Janeiro eu lá estaria...rsrs... dentro de no máximo uma hora . Pedi encarecidamente que eu fosse liberado para partir nessa maravilhosa aventura , no que fui prontamente apoiado pelos fantásticos Nico Rezende e Ezequiel Neves . E lá fui eu , tinha uma hora para colocar o amplificador e efeitos no carro , desembarcar na Barra na Polygram e estar pronto para gravar , e assim o fiz ! Lembro-me da minha felicidade e excitação ao dirigir para lá . Consegui ! Cheguei ! E antes das 02:00 H já estava tudo pronto para eu gravar , lembro como se fosse hoje quando o  , também fantástico , Carlão de Andrade , engenheiro de gravação responsável por aquela sessão , querido companheiro de tantas outras jornadas , deu play na maquina e tocou para que eu ouvisse uma vez a parte em que eu gravaria , ouvi com atenção enquanto já me “localizava” na guitarra que ecoava nas caixas da sala de gravação , naquele momento eu me encontrava na técnica com a pedaleira e a guitarra e o amplificador estava no estúdio em outra sala , eu estava , desta forma , a dois metros de distância da “diva” , maravilhosa e espetacular Gal Costa , que , diga-se de passagem , estava linda ! Ricardo Cristaldi , que era o arranjador da faixa , também estava , assim como todos , aguardando num clima que eu descreveria como um misto de “gravidade” e “camaradagem” o momento da gravação , estávamos , acredito eu , todos um pouco cansados devido ao adiantado da hora , portanto pouco se falou ou conversou , foi quando Carlão de Andrade proferiu : “ – Passando ! “ . Fiz o solo de forma muito natural  , saiu fácil , pra mim estávamos apenas passando o som . Foi quando a maravilhosa Gal Costa , linda , sussurrou para o Carlão : “ – Gravou ? “ , ao que prontamente Carlão respondeu : “- Gravei . “ , e Gal então , encerrou o diálogo dizendo , em tom decisivo : “- Morreu . “ . Eu,  no momento , achei até que eles estavam brincando , mas logo a seguir o Carlão explicou que tinha passado “gravando” e imediatamente voltou a fita e deu “play” . Eu tentei argumentar dizendo que : Se eu tinha feito algo de que eles de que eles haviam gostado na primeira vez , eles deveriam acreditar que eu faria algo ainda melhor nas vezes subsequentes , lembro de eu argumentando isso com a “ Deusa “ Gal Costa, mas não houve jeito , eles estavam determinados e não me deixaram tocar de novo , passando a seguir para à parte final onde eu faria uns comentários e um solo no “fade-out” da musica , que também “morreu” de primeira . Me lembro de ter pensado com os meus “botões” ao gravar a parte final :        “ – É bom eu caprichar , porque o pessoal não vai deixar eu tocar de novo “....rsrsrsrsrsr.....dou risada me lembrando disso agora ! Me lembro que 02:30 eu já estava no meu carro pra ir embora , um tanto ou quanto indignado ...rsrsrs . Bem , depois de refletir , tomei o acontecido , é claro , como um elogio ao meu trabalho , pois dada a excelência de todas as pessoas envolvidas nesse episódio , o fato de eles terem acolhido o meu trabalho de “primeiríssima” ,  não poderia me levar a pensar de forma diferente . É a isso que eu chamo de um solo feito de “primeira” . Tomei a liberdade de contar aqui esse ocorrido pois sempre gostei de ler em entrevistas essas “histórias de estúdio” e achei que seria interessante para os leitores do Blog . Mas , voltando à questão do solo de “ Exagerado “ , gostaria de dizer humildemente , sem falsa modéstia , que ele é um solo que tem o equilíbrio adequado entre  , técnica ,“feeling” e melodia, ele é um legítimo solo de rock tocado de “ pau duro “ sem frescuras , e se mantém atual até hoje , e se alguém acha que ele é “ exagerado “...rs..., ou seja, que tem “ muita nota “ , eu deixo aqui a seguinte pergunta, convidando os leitores à reflexão : Como deveria ser um solo de guitarra , num rock que se chama “ Exagerado “ num disco do Cazuza ?!...rsrsrs...  Eu sempre que o escuto no radio fico empolgado e tenho a sensação clara de “dever” muito bem cumprido .

-Para gravar o disco Exagerado, você foi recrutado pelo produtor Nico Rezende para compor uma espécie de ´´tropa de choque´´  de músicos competentíssimos, e o resultado foi magistral. Quais recordações você tem deste período, da convivência e das  gravações intensas?
  Foi um momento maravilhoso ! Nico Rezende , Décio Crispim , Fernando Morais e eu nos dedicamos muito para fazer o Cazuza feliz , foi montada uma banda de rock num estalar de dedos , todos profissionais acostumados a estar em estúdios gravando discos e fomos nos entrosando como uma banda a cada dia . Para ilustrar o que se passava na minha cabeça naquele momento , vou descrever como tudo começou : Cheguei no primeiro dia de gravação e a primeira musica a ser gravada era “ Mal nenhum “ , parceria do Lobão com o Cazuza , naquele momento nada era garantido , tudo dependeria de como tudo transcorre-se para que eu continuasse no disco , portanto a pressão era grande . O Cazuza já era nacionalmente famoso vindo de um estrondoso sucesso com o Barão Vermelho , lembro que a sua saída do grupo tinha sido noticiada no Fantástico com grande destaque , então não havia outra saída a não ser chutar a bola no “ângulo” , lá onde a coruja dorme...rsrs . Bem... gravei a primeira faixa e todos ficaram muito satisfeitos  , e o meu entrosamento com o Cazuza foi imediato , fui convidado a gravar todas as outras faixas , sempre precisando matar “um leão por dia” pois a pressão por bons resultados continuaram até o fim dos disco . Além disso comecei a compor com o Cazuza durante as sessões de gravação , foi assim que nasceu   “ Medieval II “ , eu estava passando o som da guitarra tocando uma sequência de acordes que eu havia composto a alguns dias , quando ele se aproximou e disse que tinha gostado “daquilo” ,  e começamos a testar melodias ali mesmo , depois nos encontramos e finalizamos a musica , que acabou entrando no disco . Foi realmente uma grande felicidade isso ter acontecido . Passamos a compor varias musicas que viriam a integrar o álbum “ Só se for a dois “ .

-Você também assina um trabalho autoral de qualidade, em faixas como Medieval II, que ´é um tesouro que passou batido pela grande mídia (e tem um dos melhores trampos de guitarra da música brasileira que já ouvi....), e várias faixas do disco Só se For a Dois, todos trabalhos ainda com o Cazuza. Qual a importância e como você se identifica com a poesia marginal?
  Agradeço os gentis e generosos elogios! É claro que tenho um grande orgulho de ter tido a chance de trabalhar com o Cazuza , ele era um enorme , IMENSO talento , além de um ser humano muito especial ! Quanto ao que você se referiu como “poesia marginal” , eu acho que o que difere os trabalhos artísticos e o que pode classificá-los ou não como legítima “arte” é uma questão de postura , é o artista estar disposto a fazer , escrever , cantar , tocar o que realmente quer , aquilo que vem do fundo do seu coração , independente das conjunturas vigentes estando ele ( ou ela ) disposto a arcar com o ônus e com o bônus de suas escolhas . Isso é uma luta de toda uma vida , é algo a ser conquistado dia a dia , e , mesmo sendo necessário que se faça algumas concessões para se ganhar a vida , sempre haverá uma forma de se imprimir , de uma forma ou de outra  , em cada manifestação artística , um pouco dessa verdade intrínseca aos verdadeiros artistas . É dessa forma que eu descreveria a minha identificação com a “poesia marginal” , é algo com que continuo a sonhar e que tento buscar a cada dia da minha vida , a cada vez que tento compor ou tocar alguma coisa .

-Você gravou as guitarras para o disco Mediterrâneo, da Vanessa Rangel, que teve uma grande aceitação pela crítica, tanto no quesito voz quanto instrumental,  e dentre várias faixas que se destacaram, temos Palpite.  Uma linha de trabalho bem consonante com o refino e sutileza típicos da MPB. Como você avalia o atual patamar da legítima Música Popular Brasileira?
 Grande Vanessa Rangel , talento IMENSO ! Até hoje lamento profundamente ela ter se afastado da vida artística . Acho que a MPB passa por um processo que é , na verdade , um processo mundial de reestruturação diante da revolução tecnológica que vivemos nesse momento , principalmente no que diz respeito à indústria da musica , acho natural que o processo artístico musical , nas suas mais variadas formas , leve algum tempo para absorver , digerir e se organizar , produzindo e nos oferecendo assim , grandes obras . Esse , mais aparente do que real hiato , está ligado , a meu ver , dentre muitas outras coisas , `a dificuldade do mercado musical se reorganizar através das novas formas de se chegar ao grande publico . Pois a imensa quantidade de oferta de artistas que a internet propicia , não apresentou , ainda , uma forma clara que substitua as grandes multinacionais do disco , que , apesar das obvias distorções , eram quem se encarregavam de fazê-lo . Mas eu acho a MPB rica demais para que possamos afirmar que , não obstante o momento complicado sob alguns aspectos por que passamos , ela tenha , de fato , se empobrecido, como alguns propagam . Mas acho eu teria que escrever um livro para abordar todas as nuances que envolvem essa questão, históricas e culturais  . Acho que só o tempo se encarregará de mostrar a verdadeira face da nova MPB .

-Como músico, você de identifica mais gravando em estúdio ou tocando ao vivo? Por quê?
 Me identifico com ambas as situações , acho que cada uma tem um “ sabor “ específico . É bem verdade , que com o surgimento de tantas  ferramentas de edição que as atuais plataformas de gravação propiciam , uma boa parte da alma de uma sessão de gravação corre o risco de se perder e dar lugar a grandes “ editores de áudio “  ao invés de dar lugar a “ grandes músicos “ , mas isso depende do gosto e das possibilidades de cada um , sempre haverá , a quem interessar possa , a possibilidade de se preservar o que se julgar “saudável” dependendo das circunstâncias de cada produção . Acho que quando se está gravando em estúdio há um compromisso intrínseco com a história e com a posteridade , e se tem a oportunidade de uma elaboração mais aguçada .  Já ao vivo , fica mais fácil de se perceber , como eu costumo dizer , “ Quem é do ramo “...rsrsrs....E fica fácil de se perceber , por menor que seja a participação de um musico , as suas qualidades como instrumentista e/ou cantor , e essa “ verdade “ é , a meu ver , um fator importante para salvaguardar a evolução da “ boa musica “ como um todo . Soar bem , preciso e afinado numa apresentação ao vivo requer um comprometimento profundo com a musica , em inúmeros aspectos , e isso torna esse tipo de experiência um desafio constante e muito atraente para músicos que pensam constantemente em evoluir , dentre os quais me incluo .
-O Rock ´n Rio de 1985 colocou o Brasil no circuito dos grandes shows mundiais. Você acredita que isso também contribuiu para a evolução dos músicos enquanto profissionais, de fato, a ponto de hoje termos músicos brasileiros sendo contratados ou fazendo testes para grandes nomes da música mundial, nos mais diversos estilos?
Sim , com certeza . Nada se compara a experiência de ter ali , na sua frente , diante dos seus olhos , a presença de um grande musico ou ídolo executando performances de alto nível num evento onde aspectos fundamentais no mundo da musica são cuidadosamente observados , isso instiga os músicos a evoluir,  e o surgimento do Rock ‘ in Rio em 1985 diminuiu consideravelmente a distância , que até então existia , entre o show business mundial e o brasileiro , aproximando os músicos brasileiros do resto do mundo e instigando-os a crescer e evoluir .

-A Blitz, lendária banda carioca, recrutou você como guitarrista. Escrevem, assim, mais capítulos em toda nostálgica e saborosa história do rock brasileiro dos anos 80.  O quanto você tem curtido estar na banda e reencontrar os fãs de toda uma época?
  Eu sempre fui um grande fã da Blitz e sou fã do Evandro Mesquita desde os tempos do grupo teatral “ Asdrúbal trouxe o Trombone “,  a quem assisti muitas e muitas vezes bem antes do surgimento da Blitz , e ele já se destacava dentre os muitos grandes talentos que compunham o elenco daquele grupo teatral , e com a Blitz ele teve a oportunidade , junto com os demais integrantes , de dar um passo , fundamental na época , quando estouraram a musica “ Você não soube me amar “ nas rádios do Brasil inteiro , rompendo uma resistência que havia por parte das gravadoras em investir em bandas nacionais  . Isso foi de suma importância , pois propiciou o surgimento de muitas e muitas bandas que , sem o sucesso estrondoso da Blitz , talvez nunca tivéssemos tido a felicidade de conhecer , portanto , não poderia deixar de ser uma grande honra para mim fazer parte dessa grande banda , essa trupe de desbravadores que eu sempre tanto admirei . Como bem me avisou o grande tecladista Billy Forguieri , um dos fundadores da Blitz , que tocou com grandes nomes da musica brasileira , e que tem um dos trabalhos de teclado mais relevantes dentro do cenário pop nacional , disse-me ele na oportunidade em que fui convidado : “ Nunca teve um show da Blitz que não tenha sido Bom !!! “ . E é a mais pura verdade ! Pude constatar pessoalmente nesses anos em que estou com eles , os shows da Blitz são sempre um estrondoso sucesso , as musicas que estouraram nas rádios nacionais são excelentes , e , como o Evandro vez por outra diz nos shows : “ Musica boa não tem prazo de validade “.

-O que a música brasileira ainda pode esperar do Rogério Meanda?  Projetos ou novos
trabalhos à vista?
 Existem vários projetos e idéias em andamento e  ,no momento propício  , será um prazer compartilhá –los com vocês aqui do Blog . Pretendo continuar  , humildemente , a contribuir para que a musica e a arte no Brasil ocupem cada vez mais espaço .

-Rogério, o blog ColoradoHeavyMetal agradece sua preciosa contribuição, quer por compartilhar com nossos leitores sua vivência, quer pela simpatia e atenção dispensados desde nosso primeiro contato. Como sabe, citamos você na matéria ainda em 2015 sob o título ´´artistas pop e suas faixas heavy metal´´ pois seu trabalho de guitarra sempre nos impressionou. Parabéns pelo seu talento e profissionalismo, e deixamos este espaço para suas considerações finais:
  Eu é que agradeço o interesse e a gentileza dessas palavras a mim direcionadas . Está sendo uma grande honra poder contribuir com o ColoradoHeavyMetal , que vem realizando um trabalho de alto nível , sempre com matérias muitíssimo interessantes e que muito tem contribuído com o cenário musical brasileiro . Parabéns a todos os envolvidos nesse trabalho ! E sempre que precisarem , contem comigo ! Um enorme abraço aos idealizadores , gestores e leitores !!!


Por Marcão Azevedo

EQUIPE COLORADO HEAVY METAL, DESDE 2013 FAZENDO A DIFERENÇA!!!!!!

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